sexta-feira, 19 de outubro de 2012






Amor não acaba. Filmes acabam, balas acabam, dias acabam, beijos acabam, noites acabam, chocolate acaba, o assunto acaba, a paciência acaba, a vontade acaba - desejo diminui. Mas o amor não. Ele entra em coma, fica fraco, doente e, se for o caso, morre. Amor não é um sentimento, um fato, um objeto. Amor é uma vida, é algo que sai da compreensão humana, científica, racional. Amor não começa e acaba. Amor nasce e morre!


Texto de: Vicky Beltran

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A simplicidade e sua beleza...

A vida se faz bela...
Quando deixamos de querer tanto,
E aprendemos a apreciar as coisas simples
e nela encontrar beleza!

Wilma Staiger

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012


Tema polêmico, que vem cada vez mais fazendo parte da vida de todos!
O conceito popular para crime passional é de um crime cometido por paixão.
O fato do crime ter sido realizado por motivo no qual figura o sentimento onde uma pessoa se sente dona de outra e quer que seu amor seja reconhecido como único, e se isso não acontece, a pessoa resolve cometer atos contra a vida da outra. Geralmente este tipo de crime é cometido por pessoas que argumentam se sentirem pouco valorizadas por seu companheiros(a) para justificar o controle e domínio que exercem sobre ele, considerando-o uma propriedade. Neste enquadramento, argumentando ter ciúmes devido aos comportamentos do(a) companheiro(a), reais ou imaginários, que não controlam, ciúmes estes gerados por essa situação, que os levam a cometer crimes. Juridicamente, o crime passional é um crime como outro qualquer e não se enquadra na figura penal atenuante de "violenta emoção".
Entenda o caso Lindemberg Fernandes Alves, então com 22 anos, invadiu o apartamento de sua ex-namorada Eloá Cristina Pimentel, 15, no segundo andar de um conjunto habitacional na periferia de Santo André, na Grande São Paulo, no dia 13 de outubro de 2008. Armado, ele fez reféns a ex-namorada e outros três amigos dela, que estavam reunidos para fazer um trabalho da escola. Em mais de cem horas de tensão, Lindemberg chegou a libertar todos os amigos, mas Nayara Rodrigues acabou voltando ao cativeiro, no ponto mais polêmico da tragédia --a polícia, que trabalhava nas negociações, foi bastante criticada por ter permitido o retorno. Em depoimento, Nayara afirmou que, após ter sido liberada, foi procurada por policiais que queriam que ela tentasse convencer Lindemberg a libertar Eloá pelo telefone. Então ela os acompanhou até o local do sequestro e foi orientada pelo rapaz ao celular a subir as escadas. Nayara disse que Lindemberg prometeu que os três desceriam juntos, mas, quando chegou à porta, viu que ele estava com a arma apontada para a cabeça de Eloá. Então, ele puxou Nayara para dentro do apartamento e não a libertou mais. Mais tarde, policiais militares do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) invadiram o apartamento, afirmando que ouviram um estampido do local. Em seguida, foram ouvidos mais tiros. Dois deles atingiram Eloá, um na cabeça e outro na virilha, e outro atingiu o nariz de Nayara. Eloá morreu horas depois. Lindemberg foi preso.

OLá queridos amigos...
Hoje vou compartilhar esta letra tão meiga da Marjorie Estiano
Tudo Passa
Chove lá fora e eu não tenho mais você
Quanta vontade de te verSaudade
é a tempestade que fecha o verão
É o ultimo suspiro da paixão
Mas hoje eu sei
Que volta sempre o sol
E o escuro da noite vai clarear
E anunciar um novo amor
O tempo passa e com ele passa a dor
Pois tudo passa até o amor
Na companhia de um bom livro e um violão
Vou vivendo com a minha solidão
Mas hoje eu sei
Que volta sempre o sol
E o escuro da noite vai clarear
E anunciar um novo amor...

domingo, 12 de fevereiro de 2012